CIN com um negócio cheio de cores integrado além fronteiras com o apoio da IBSCustomer Story
Adaptar a estratégia para responder aos desafios futuros e encontrar a solução de software ideal para a suportar, no momento certo e com o parceiro mais adequado – um desafio que a CIN geriu com as melhores cores e com a IBS.
“Preciso de um tom branco, nem escuro nem claro, entre o cru e o branco-pérola, que pareça mais forte com a luz apagada e mais brilhante com luz natural.” Difícil ? Não se estiver numa das 70 lojas CIN em Portugal; nesse caso, é provável que lhe respondam “é para já”. A CIN (Corporação Industrial do Norte) é líder ibérica no mercado de tintas e vernizes, com mais de 30% de quota do mercado português e 12% do mercado espanhol, detendo o 16º lugar no ranking europeu de produtores de tintas e vernizes e 46.º no ranking mundial. Foi a primeira empresa a disponibilizar em Portugal um processo informatizado de afinação automática de aproximadamente 5.000 cores – o sistema Colormix.
A CIN é a única empresa do sector cotada na Bolsa Portuguesa, com um volume de negócios anual que ascende a € 178 milhões. A empresa processa mais de 3,5 milhões de encomendas / ano, trabalhando nos segmentos de decoração, indústria, repintura automóvel, protecção anticorrosiva e acessórios. O grupo CIN é constituído por várias empresas, com fábricas em Portugal, Espanha, Angola, Moçambique e Cabo Verde, exportando para a Alemanha, França e China.
Novas realidades, novas necessidades
No início de 2000, a CIN viu-se confrontada com a necessidade de uniformizar procedimentos. “Passámos a adoptar uma filosofia corporativa, extensível a todas as empresas do grupo. Não fazia sentido termos procedimentos diferentes nas empresas, por isso foi necessário uniformizar e centralizar”, afirma Luís Pinto, director de informática do Grupo CIN. A ideia era definir um novo modelo de negócio que considerasse a evolução do mercado, bem como os activos e objectivos da CIN. A nova estratégia empresarial trouxe a necessidade de modernização da solução de TI global do grupo, o que implicou uma procura de alternativas no mercado. “Encontrámos algumas soluções fortes, mas eram pouco flexíveis, não admitiam alterações estruturais. Queríamos uma solução que se adaptasse às nossas necessidades e à nossa realidade, e não o contrário”, diz Luís Pinto. “A resposta mais eficaz e flexível foi dada pela solução IBS Enterprise, ASW. Além de ser o melhor produto, acabou por dar continuidade a uma relação de confiança e parceria que já existia entre as duas empresas há mais de dez anos.”
Projecto ambicioso
A IBS enfrentou o grande desafio, tornado mais complexo pelo salto tecnologico dado pela CIN, ao mesmo tempo que passou a adoptar uma nova filosofia. O complexo desafio juntou infra-estruturas, software e serviços; um grande projecto com vários sub-projectos.
A presença da CIN em Portugal e Espanha acrescentava algumas necessidades suplementares, segundo Luís Pinto, “Com as duas principais fábricas em países diferentes, tínhamos de ter uma aplicação multi-idioma, que respeitasse também os aspectos fiscais portugueses e espanhóis”. Contudo, essa não foi uma grande dificuldade já que a IBS Ibéria é responsável pelas operações nessas duas geografias, contando com clientes em ambos os países. A estratégia de operações da IBS é ibérica e a mobilidade está subjacente ao seu método de trabalho. E, quando a uma mudança de software se juntam outras mudanças, tal obriga a reformular os próprios processos, tornando os projectos mais desafiantes e aliciantes.
Factores ambientais
A principal dificuldade com que hoje a CIN e outras empresas do sector se deparam prende-se com as medidas ambientais comunitárias, que obrigam a um reajuste à legislação e a novos processos de fabrico. Eco-eficiência não é apenas um conceito neste sector – a ideia é levada a sério “e as normas comunitárias são claras a esse respeito. Por isso já há alguns anos que começámos a fazer a transição”, acrescenta Luís Pinto. “Tivemos que assegurar a mesma qualidade, de forma menos lesiva para o ambiente.” Actualmente, cerca de 80% dos produtos CIN respeitam os limites de compostos orgânicos voláteis (COV) que a directiva 2004/42/CE estipula aos estados membros da União Europeia.
Áreas prioritárias
A entrada em vigor da moeda única europeia obrigou a um esforço para ter o sistema a funcionar no departamento financeiro a 1 de Janeiro de 2002. Um ano e meio depois a solução IBS foi implementada nas áreas comercial e produção. Outros departamentos da CIN, como Investigação e Desenvolvimento, Recursos Humanos e Distribuição têm software específico adaptados às suas necessidades e por isso, um dos pontos-chave de implementação foi a criação de um interface eficaz entre todas essas soluções. “A integração de sistemas foi muito complexa, sobretudo porque envolveu pessoas e a sua adaptação aos novos processos”. E, se a fasquia era alta com todos os "sub-projectos", ficou ainda mais quando em pleno processo de implementação foi instalado novo hardware e pioneiro em Portugal: o primeiro servidor IBM eServer i5 modelo 550 do país começou a trabalhar nas instalações da CIN. Com duas partições distintas e uma solução de disaster recovery, este é o actual servidor aplicacional de todas as soluções IBS e apresenta como vantagem a capacidade de fornecer de imediato mais capacidade de processamento em função das necessidades da empresa identificadas a cada momento. Entre software, hardware e serviços , o investimento total da CIN rondou os 3,5 milhões de euros e a empresa está neste momento a atingir o retorno do investimento. O acompanhamento da IBS mantem-se, mas "sobretudo ao nível da assistência. Estamos já adaptados às novas realidades cobertas pela solução" conclui Luís Pinto.
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