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IBS anuncia resultados do inquérito realizado na London Book Fair

Press Release 2008-04-28

Editoras apoiam autores na luta pelos direitos de autor de downloads digitais. eBooks caminham para expansão de mercado

No decorrer da edição de 2008 da London Book Fair (dia 14 a 16 de Abril último), a IBS desenvolveu um inquérito junto dos editores presentes e no qual participaram mais de 140 empresas editoriais e que revela boas notícias para os autores e livrarias.

88% das editoras que acederam responder ao inquérito conduzido pela IBS considera que os autores devem receber direitos relativos a conteúdos digitais descarregados na Internet. No entanto, apenas 19% afirma que possui implementado um sistema de gestão de pagamento de direitos, o que revela claramente um trabalho a desenvolver para transformar esta crença numa realidade.

Mike Irving, VP Publishing da IBS comenta, “Se as empresas tiverem em funcionamento um software de gestão adequado, o pagamento de direitos com base em compras tradicionais e on-line é gerido facilmente. A gestão de direitos é um módulo standard do IBS Bookmaster é uma das aplicações mais populares junto dos nossos clientes.”

No inquérito conduzido pela IBS, foram colocadas outras questões que se prendem com a possibilidade de venda directa aos consumidores; aqui, 79% das editoras acredita que esse tipo de venda é muito importante e cerca de 56% afirma já o fazer. Dos que ainda não têm esta prática, apenas 43% conta com sistemas implementados com funcionalidade para suportar esse tipo de venda directa. Existem também boas notícias para as livrarias: 89% das editoras continua a acreditar nestes espaços como os mais relevantes para o contacto pessoal, sendo que factores como o conhecimento de venda e encomendas  e a capacidade de criar espaços em que o consumidor tomam contacto com directo os livros são apontados como aspectos preponderantes na continuidade desse modelo de negócio.

Os resultados deste inquérito também disponibilizam boas notícias para os eBooks; 83% das editoras acreditam que os consumidores aceitarão muito brevemente esta tecnologia, apesar de apenas 35% ter afirmado que já utiliza a mesma. Sem surpresas, às áreas onde os eBooks contam com maior aceitação são os títulos académicos e de não-ficção,  com 40% das editoras a acreditar que os livros de viagens entrarão brevemente na vaga electrónica. Apesar dos adolescentes se revelarem no grupo etário que adopta mais facilmente esta tecnologia, apenas 17% das editoras acredita que a ficção para adolescentes será bem sucedida através do formato eBook e apenas 21% afirma o mesmo para a ficção direccionada a adultos.
 
Mike Irving conclui, “Este inquérito demonstra que as editoras evoluem rapidamente para o mundo digital, mostrando que mais de metade possui um sistema implementado para, de alguma forma, gerir o comércio electrónico, com a venda directa aos consumidores a liderar o caminho. No entanto, existem ainda muitas editoras sem qualquer tipo de sistema que suporte o comércio on-line e estas empresas necessitam de rapidamente repensar a sua estratégia caso queiram triunfar na indústria editorial moderna em que a alta tecnologia prevalece.”

Para mais informações, contactar:

Adelaide Leitão, Marketing & Communications Director
Tel: + 351 214 190 906
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